AUDIOGUIA DE PARIS

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CATEDRAL DE NOTRE DAME

Este local foi ocupado por edifícios religiosos desde a era romana. Sabe-se que havia aqui um templo dedicado a Júpiter, depois uma igreja alto-medieval do século VI chamada Saint-Etienne e mais tarde uma igreja românica.

A estrutura que hoje podemos observar foi construída entre 1163 e 1245 com um estilo gótico, e foi dedicada à Virgem Maria. Foi restaurada em várias ocasiões, durante os seus 8 séculos de história; a renovação mais importante foi no século XIX, após o declínio sofrido com a Revolução Francesa.

Reconstruíram-se e restauraram-se as suas famosas gárgulas e modificaram-se várias partes da estrutura e a agulha do zimbório, que termina numa cruz, sobre a qual há um galo de bronze decorado com três relíquias. Com 93 metros de altura, constitui um para-raios espiritual que protege os fiéis de Notre Dame durante as tempestades.

Uma das lendas que este edifício encerra conta que uma das portas que se construiu foi encomendada a um jovem, e este invocou o diabo, para que o ajudasse a construí-la, em troca da sua alma. No dia seguinte já estava construída e o rapaz passou de aprendiz a mestre, mas o diabo não deixou de o atormentar, reclamando a sua alma. Poucos dias depois, encontraram o rapaz morto em circunstâncias estranhas.

A catedral tem duas torres de 69 metros cada uma, dentro das quais se pode ver o campanário e as míticas gárgulas, que servem para escoar a água dos telhados quando chove. Outra das lendas de Notre Dame conta que, quando Joana d'Arc foi queimada, as gárgulas despertaram, causando o terror em toda a cidade de Paris, para vingar a morte da heroína. No dia seguinte, dezenas de cadáveres apareceram nas ruas: eram as pessoas que presenciaram a morte de Joana d'Arc e não a ajudaram.

No seu interior destacam-se as coloridas rosáceas e vitrais, os arcos em abóbada, as colunas altas e a sua cripta, que contém ruínas que foram descobertas em 1965, durante escavações.

A Catedral de Notre Dame foi cenário de novelas e de grandes acontecimentos. Victor Hugo coloca na sua famosa novela o Corcunda Quasimodo no campanário da catedral, Napoleão Bonaparte foi coroado e Joana d'Arc foi beatificada no seu interior. 

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MUSEU DO LOUVRE

Este museu está localizado numa antiga fortaleza do século XII, que posteriormente se tornou residência real. Mais tarde, quando a monarquia francesa se mudou para o Palácio de Versalhes, o edifício passou a ser utilizado como museu.

Em 1793, o Museu do Louvre abriu as suas portas ao público, acolhendo as coleções da monarquia francesa. Com o passar do tempo, a exposição foi crescendo, graças a apreensões, vitórias militares e doações privadas, reunindo atualmente cerca de 445 000 peças, das quais 35 000 estão expostas.

Em 1989, foi construída a pirâmide de vidro que se identifica com o museu, sendo hoje a porta de acesso.

O museu encontra-se dividido por temas. Entre as suas obras destacam-se:

A Mona Lisa de Leonardo da Vinci, a Liberdade Guiando o Povo de Delacroix, as Bodas de Caná de Veronese, a Vénus de Milo da Antiga Grécia, o Escriba Sentado do Antigo Egito e a Vitória Alada de Samotrácia do período Helenístico. 

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SAINTE CHAPELLE

O rei Luís IX mandou construir esta igreja de estilo gótico em 1242. O monarca tinha comprado as Sagradas Relíquias aos imperadores de Constantinopla e essa nova construção seria o local onde elas seriam depositadas.

Trata-se das relíquias da Paixão de Cristo: a Coroa de Espinhos, um pedaço da Santa Cruz, um ferro de uma lança... até 10 elementos do martírio de Jesus Cristo, que o rei adquiriu. Esses objetos tornaram Paris na segunda capital do Cristianismo.

A peculiaridade deste edifício são os vitrais da capela superior, que sobreviveram à Revolução Francesa, pelo facto de terem sido cobertos com grandes pastas de arquivo. Estes 15 vitrais inundam a capela de luz e cor, com cenas que narram a história da humanidade, desde o Génesis até à Ressurreição de Cristo.

Atualmente, as relíquias que sobreviveram à Revolução encontram-se na Catedral de Notre Dame. 

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A REVOLUÇÃO FRANCESA

Foi um dos eventos mais importantes da história recente, marcando o fim da Idade Moderna e o início da Idade Contemporânea.

Começou a 14 de julho de 1789, dia em que as classes populares tomaram a Bastilha, uma antiga fortaleza e prisão que representava a opressão do Antigo Regime.

Foram várias as causas que motivaram a Revolução; a nobreza e o alto clero gozavam de privilégios e não pagavam impostos; a constante subida de impostos a pagar pelas classes mais baixas, devido à crise financeira que França sofria; as más colheitas, que faziam subir o preço de bens de consumo básico, como o pão e os cereais; e o detonador foi o surgimento do movimento ilustrado, grandes defensores e impulsionadores de ideias como a igualdade, a razão e a liberdade.

Movidos por estas causas, tomou-se a Bastilha e, um mês mais tarde, a Assembleia Nacional tirou os privilégios à nobreza e ao clero, obrigando-os a pagar impostos. Em 1791 é publicada a nova constituição francesa, aplicando-se uma igualdade de todos perante a lei. 

Mas o povo começou a apoiar as ideias radicais dos jacobinos, de impor uma República Revolucionária em França, afastando a monarquia.

Finalmente, tomaram o Palácio das Tulherias, prendendo o rei e a sua família. Começaram a rolar cabeças, os jacobinos executaram clérigos, nobres, altos burgueses e a monarquia: em 1793 o rei Luís XVI morreu na guilhotina e depois a sua esposa, Maria Antonieta.

Com a morte de Luís XVI terminou a Monarquia Constitucional, iniciando o período conhecido como o período do Terror, em que os jacobinos, liderados por Robespierre, usaram a guilhotina de forma indiscriminada.

Em 1795, a burguesia toma o poder, cria uma nova constituição e começa uma nova fase na Revolução francesa, chamada o Diretório, provocando ainda mais revoltas jacobinas.

O fim da Revolução ocorreu no ano de 1799, quando Napoleão Bonaparte deu um golpe de estado, autoproclamando-se imperador da França e expandindo os ideais de igualdade, liberdade e fraternidade. 

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CONCIERGERIE

Este prédio foi a residência da monarquia entre o século X e o século XIV, quando Carlos V abandona o palácio e este se converte em prisão do Estado.

Durante a Revolução Francesa foi a antecâmara da morte: mais de 2700 presos foram executados depois de passar por estes muros.

Uma das prisioneiras mais conhecidas foi Maria Antonieta. A sua cela, de onde tentou fugir, foi reconstruida detalhadamente. Depois disso, tiveram que a fechar com guardas dentro da cela, antes de a decapitarem na Praça da Concórdia. A sua cela original foi convertida numa capela, por ordem de Luís XVIII.

Outros presos reconhecidos foram Antoine Lavoisier, Francisco de Miranda ou Maximilien Robespierre.

A Conciergerie funcionou como prisão até 1914 e atualmente pode ser visitada. Durante a visita é possível ver as diferentes condições dos presos pobres e ricos e a separação entre homens e mulheres. Enquanto uns dormiam no chão e eram mal alimentados, os outros tinham camas e mobiliário e até mesmo empregados, em algumas ocasiões.  

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TORRE EIFFEL

Por ocasião da Exposição Universal de 1889, decidiu-se erguer uma torre de ferro no Campo de Marte para comemorar o primeiro centenário da Revolução Francesa.

O Boletim oficial francês publicou um concurso para encontrar a melhor proposta com um excelente projeto. De entre 107 projetos apresentados foi selecionado o de Gustave Eiffel. O projeto da torre era composto de 18.000 peças.

Dada a sua dificuldade de construção, solicitou-se a participação de um grupo de peritos em grandes viadutos metálicos.

O "protesto contra a torre do Sr. Eiffel" foi um dos problemas que surgiram durante o projeto. Grandes artistas no mundo das letras e da arte, como Guy de Maupassant, Alexandre Dumas ou François Coppée, viam-na como uma construção de metal inútil e monstruosa no meio da cidade que eles tanto amavam.

Essas polémicas terminaram após a conclusão da torre: 2 anos, 2 meses e 5 dias, com 125 metros de lado e 300 metros de altura.

Durante a Exposição Universal, a torre teve grande sucesso, chegando a receber mais de 2 milhões de visitantes. Mas, nos anos seguintes, o interesse por parte das pessoas decaiu, levando a que se considerasse a sua demolição.
Para evitar isso, Gustave Eiffel procurou dar à torre uma utilização científica, e por isso foi usada durante algum tempo como observatório, antena de rádio e, mais tarde, como antena de televisão. De facto, durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial, foram emitidas e intercetadas numerosas mensagens de ambos os lados da disputa.

Um dos eventos que é lembrado foi quando o conhecido alfaiate Franz Reichelt, com base nos desenhos de Leonardo da Vinci, criou um paraquedas e decidiu testá-lo, atirando-se da torre, diante de um público numeroso. Infelizmente, Reichelt morreu durante o ato. 

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CAMPO DE MARTE

São os jardins situados aos pés da Torre Eiffel. No lado oposto encontra-se a Escola Militar, que era utilizada como campo de manobras.

No início, o Campo de Marte era um terreno com cultivo de produtos hortícolas e foi depois da construção da Escola Militar que recebeu o seu nome, em homenagem ao deus romano da guerra, Marte.

Neste enorme recinto plano realizaram-se exposições universais e festas revolucionárias, como por exemplo, a festa da Federação, na qual se comemora todos os anos, no dia 14 de julho, a tomada da Bastilha, ou seja, o início da Revolução Francesa.

Durante a Revolução Francesa, no Campo de Marte, manifestou-se uma grande multidão para que a França se tornasse uma república e terminasse a monarquia. A contenda terminou com 50 pessoas mortas e centenas de feridos. 

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PALÁCIO NACIONAL DOS INVÁLIDOS

O rei Luís XIV de França, preocupado com os veteranos de guerra que ficaram sem casa, mandou construir este complexo no século XVII, para servir de residência.

Os primeiros hóspedes entraram no ano de 1674, chegando a ser cerca de 4000 no final do século.

Dentro do espaço, o rei Luís XIV mandou construir duas igrejas separadas, mas semelhantes entre elas: a igreja de Saint Louis des Invalides, conhecida como igreja dos soldados, e a igreja do Domo, assim chamada por causa da sua grande cúpula dourada coberta de ouro, a qual serviria para o culto do rei e da realeza.

A partir de 1840, a igreja do Domo transformou-se num mausoléu onde foram depositados os restos mortais de Napoleão Bonaparte. O seu corpo foi trasladado da ilha de Santa Helena, onde morreu exilado, para Paris. As cinzas foram colocadas num sarcófago rodeado por uma galeria circular decorada com relevos e estátuas que descrevem as batalhas em que participou.

Também repousam aqui o filho de Napoleão, o seu irmão José I de Espanha e vários marechais, entre eles Lyautey, Foch e Leclerc.

O palácio alberga um hospital para onde iam os feridos mais graves, bem como o Museu da Armada, o Museu da Artilharia e o Museu de História Contemporânea. 

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PANTEÃO DE PARIS

Foi construído em finais do século XVIII, reunindo no mesmo edifício a simplicidade da arquitetura gótica e a grandiosidade da arquitetura grega.

No início era para ser uma igreja dedicada a Santa Genoveva, padroeira da cidade, mas com a Terceira República decidiu-se utilizar o prédio como mausoléu, onde repousariam os restos mortais de personagens ilustres da França.
Assim, na sua cripta podemos encontrar os túmulos de Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Marie Curie, Louis Braille, Jean Monnet ou Alexandre Dumas.

Além disso, foram inscritos nas suas paredes os nomes dos falecidos nas revoluções de 1830 e 1848, e dos escritores franceses mortos durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial. 

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CATACUMBAS DE PARIS

Trata-se de um sistema de túneis subterrâneos de 300 quilómetros, que abrigam mais de 6 milhões de restos humanos de diferentes épocas.

No princípio, estes túneis eram conhecidos como Les Carrières de Paris, que eram umas pedreiras de calcário, utilizado para construir grande parte dos monumentos que podemos ver atualmente na cidade.

Posteriormente, o seu uso mudou radicalmente, já que em 1786 decidiu-se trasladar os cadáveres e ossos de diversos cemitérios da zona para os túneis, pois estes, devido às epidemias e doenças que assolavam Paris, estavam a massificar-se.

Foram necessários cerca de 15 meses para trasladar os milhões de ossos durante a noite, para haver uma discrição absoluta.

Apenas uma parte muito pequena dos túneis está aberta ao público.

Durante a Segunda Guerra Mundial, ambos os lados usaram os túneis para seu próprio proveito, chegando-se a construir um bunker numa das áreas subterrâneas.  

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ARCO DO TRIUNFO

É outro dos monumentos mais representativos da cidade, que simboliza as vitórias do exército francês sob as ordens de Napoleão. Foi ele, de facto, que ordenou a sua construção depois da batalha de Austerlitz, em 1806.
Demorou 30 anos a ser erigido, pelo que Napoleão, que morreu em 1821, não pôde vê-lo terminado. Os seus restos mortais, quando foram repatriados desde Santa Helena, passaram por baixo do arco, a caminho do Palácio dos Inválidos.

Nos seus quatro pilares foram gravados os nomes das batalhas que Napoleão venceu, juntamente com os nomes dos 558 generais franceses que o ajudaram. Alguns dos nomes encontram-se sublinhados, indicando que morreram em combate.

Mede 50 metros de altura e na sua base encontra-se o Túmulo do Soldado Desconhecido. Mesmo ao seu lado, há uma chama que nunca se apaga, representando um milhão e meio de soldados que morreram na Primeira Guerra Mundial e que nunca foram identificados.

Algumas semanas depois do final da guerra, Charles Godefroy pilotou o seu avião através do Arco para homenagear todos os pilotos mortos na guerra.

Após as batalhas, os soldados franceses atravessavam o arco para celebrar as vitórias. Em contrapartida, nas duas derrotas sofridas pelo exército francês, a guerra Franco-Prussiana e a ocupação de Paris pelos nazis, os alemães atravessaram o arco para celebrar a sua própria vitória. 

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CAMPOS ELÍSIOS

Com um comprimento de 2 quilómetros, é uma das avenidas mais famosas de todo o mundo, ligando o Arco do Triunfo com a Praça da Concórdia. O Tour de França termina aqui todos os anos.

O seu nome vem da mitologia grega, que refere o local para onde vão as almas boas quando as pessoas morrem, isto é, o que seria o paraíso cristão, o Céu.

Na atualidade, é possível encontrar lojas, restaurantes e cinemas nas suas ruas, constituindo uma grande publicidade para franceses e turistas, além de ser um sítio agradável para passear. 

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JARDINS DAS TULHERIAS

Catarina de Medici, esposa do rei Henrique II de França, após a morte do seu amado marido, mandou construir um palácio em 1564, com extensos jardins de estilo florentino, lembrando a sua cidade natal e a sua família, já que ela era filha de Lorenzo II de Medici.

O nome Tulherias faz referência às fábricas de "tuilles" ou telhas, que se encontravam no mesmo lugar antes de construir o palácio.

Naquela época celebravam-se festas para a alta sociedade parisiense nos arredores dos jardins, que ficava totalmente oculta pelos muros que cercavam os jardins.

Estes jardins tinham grandes áreas de relva, bosques, pomares, fontes, grutas, uma casa de feras, além de um grande número de estátuas que chegaram até aos nossos dias.

Depois de Catarina de Medici, o palácio foi habitado pela grande maioria dos monarcas franceses, desde o rei Henrique IV, filho dela, até Napoleão III.

Após a captura de Napoleão III na guerra Franco-prussiana, seguindo o apelo do povo, criou-se a Comuna de Paris, que se opunha a qualquer sinal de imperialismo. Não durou muito tempo, mas promoveram-se muitas reformas durante os meses em que existiu, resistindo contra o governo em Paris, e serviram de exemplo para muitos outros revolucionários noutros países.

Em 23 de maio de 1871, o comandante do destacamento da Comuna, Jules Bergeret, mandou queimar o Palácio das Tulherias, pois este representava o poder do governo francês, que a Comuna não reconhecia. O incêndio durou 48 horas, arrasando o palácio na sua totalidade, e só se salvaram os jardins. 

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ÓPERA GARNIER

Em meados do século XIX, Napoleão III mandou construir um novo edifício para a ópera, para o qual se realizou um concurso, no qual se apresentaram mais de 170 projetos, e entre eles foi selecionado o arquiteto de 35 anos, Charles Garnier.

No exterior destaca-se a fachada decorada com esculturas alegóricas à Harmonia, Música, Idílio, Cantata, Canto, Teatro, Dança e à Ópera. No seu interior, a grande escadaria principal e o palco, que na época chegou a ser o maior do mundo, com 49 metros de largura e 26 de profundidade.

Durante a edificação, Napoleão III mandou construir uma avenida que unisse a ópera com o Palácio das Tulherias, o que fez com que muitas famílias ficassem sem casa e fosse criticado pelo povo.

Houve rumores de um possível abandono do projeto quando caiu o Segundo Império Francês em 1870, durante a guerra Franco-prussiana, após a captura do imperador Napoleão III, na batalha de Sedan.

Finalmente decidiu-se continuar, já que a antiga Ópera de Paris, conhecida como Teatro da Academia Real da Música, foi destruída num incêndio.

Em 1875, teve lugar uma grande inauguração, mas entre os muitos convidados não se encontrava o arquiteto da Ópera, Charles Garnier. Devido à sua amizade com Napoleão III, o novo governo da Terceira República decidiu afastá-lo.

O Fantasma da Ópera, a famosa obra de Gaston Leroux, foi inspirado na Ópera Garnier. 

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BASÍLICA DO SAGRADO CORAÇÃO

Esta basílica foi construída para honrar as 58.000 pessoas que perderam a sua vida na guerra Franco-Prussiana
Iniciou-se em 1875 e demorou 39 anos para ser construída. Para a sua construção utilizou-se uma pedra especial, chamada de travertino, que consegue manter a sua cor branca impecável, apesar da poluição e das circunstâncias meteorológicas.

Mesmo por cima da entrada encontra-se uma imagem de Jesus, com uma inscrição em latim que diz: "Cor Jesus Sacratissimum", que se traduz como "O Sagrado Coração de Jesus".

No seu interior destaca-se o órgão Cavailé-Coll, o mosaico da abside, considerado um dos maiores mosaicos do mundo, dedicado a Cristo, a cripta, que está dividida em três capelas e abriga a imagem da Pieta e a capela dedicada a São Pedro.

A cúpula da basílica, com 83 metros de altura e 237 degraus, é um excelente miradouro sobre a cidade. 

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PALÁCIO DE VERSALHES

Na época de Luís XIII, no lugar onde se encontra atualmente o Palácio de Versalhes, havia um couto de caça e um pequeno palácio, onde dormia o monarca. A ostentação pela qual Versalhes é conhecida viria muito tempo depois.

Em 1682, Luís XIV decidiu instalar a corte no antigo pavilhão de caça do seu pai, convertendo Versalhes no centro do governo.

Ano após ano, o palácio e os jardins foram-se modificando e ampliando, sendo a residência real até ao reinado de Luís XVI.

O Palácio é composto por 2300 divisões, das quais se destaca a extraordinária capela, os Grandes Aposentos do Rei e da Rainha e a Galeria dos Espelhos, uma sala com 73 metros de comprimento que possui 375 espelhos, onde se pôs fim à Primeira Guerra Mundial, com a assinatura do tratado de Versalhes.

A decoração de todos os quartos foi muito cuidada; os melhores artistas franceses e italianos da época participaram do projeto. Móveis, esculturas, tapeçarias e pinturas importantes, levadas posteriormente para o Museu do Louvre, decoravam as paredes de cada sala do palácio.

Nos seus jardins de 800 hectares podemos encontrar uma grande diversidade de plantas e árvores, além de estátuas, lagos, fontes e construções. Destacam-se o Grande Trianon, um pequeno palácio de mármore rosa, onde Napoleão residiu durante algum tempo, ou o Domínio de Maria Antonieta, lugar em que a esposa de Luís XVI se isolava da corte para levar uma vida simples e campestre. 

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PALÁCIO E JARDINS DO LUXEMBURGO

Originalmente, este palácio era um hotel sob a propriedade do duque François du Luxembourg, que lhe deu o seu nome. Maria de Medici, ao ser assassinado Henrique IV, seu marido, decidiu afastar-se da corte e instalar-se aqui, pelo que o hotel começou a reformar-se em 1615, para se transformar num palácio com jardins, ao mais puro estilo francês.

Com a anexação dos terrenos em redor, entre eles um convento de monges Cartuxos, os jardins cresceram consideravelmente até 22 hectares.

O palácio foi decorado com pinturas trazidas do Louvre e pinturas de Delacroix. O seu aspeto ostentador durou até estalar a Revolução Francesa, período em foi utilizado como prisão. Durante a Segunda Guerra Mundial foi utilizado como quartel-general da força aérea nazi e construiu-se um bunker no jardim.

Atualmente é um lugar de descanso para os parisienses e turistas, onde se pode deitar no relvado para apanhar sol, jogar ténis, andar de carrossel, fazer cursos de arboricultura ou apicultura ou velejar barcos em tamanho real no seu lago.

Além disso, o Palácio do Luxemburgo é a sede do senado francês desde os anos sessenta. 

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MUSEU DE ORSAY

O museu está localizado na antiga estação de comboio de Orsay, inaugurada no ano de 1900 para a Exposição Mundial de Paris.

Após a Segunda Guerra Mundial, o espaço ficou abandonado e o estado francês quis demoli-lo, mas, em 1977, considerou-se a colocação na velha estação de um museu que guardasse obras do século XIX.

Na coleção do Museu de Orsay podemos ver pinturas impressionistas e pós-impressionistas, além de esculturas, artes decorativas, fotografias e elementos arquitetónicos. Os artistas que mais se destacam no seu interior são Renoir, Cézanne, Gauguin, Monet, Van Gogh e Seurat.

A abóbada de vidro e aço que reveste a sala central faz com que se mantenha o encanto da antiga estação e toda a sala se ilumine com luz natural.  

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PRAÇA DA CONCÓRDIA

É a segunda maior praça de toda a França. Foi construída em 1757, com o nome de Praça de Luís XV. Para comemorar a melhoria do rei, após a sua doença; de facto, não só se deu o seu nome à praça, como também se colocou uma estátua equestre no meio dela.

Durante a Revolução Francesa, esta praça foi palco de mais de 1200 decapitações. Instalou-se uma guilhotina para executar aqueles que eram contra a revolução. Alguns personagens decapitados foram o rei Luís XVI e a rainha Maria Antonieta, Robespierre, a princesa Isabel de França ou a Madame du Barry.

Em 1792, a estátua foi derrubada e a praça foi rebatizada com o nome de "Praça da Revolução".

Quando terminou a fase mais sombria da revolução, chamada de época do Terror, em 1795, decidiu-se mudar novamente o nome da praça, para simbolizar uma reconciliação. Foi-lhe atribuído o nome de Praça da Concórdia.

Hoje em dia, no meio da praça está um obelisco egípcio de 23 metros de altura e 280 toneladas. Está decorado com hieróglifos alusivos ao reino do faraó Ramsés II. Este obelisco foi oferecido à França pelo governo egípcio no século XIX. 

Audioguia de Paris - Praça da Concórdia

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PONT DE L'ALMA

Nesta ponte, desde o século XIX, a população media a subida de nível do rio Sena: na única pilastra que toca a água, há uma estátua de um soldado de infantaria. Quando a água tocava nos pés do soldado, as vias nas margens tinham que se cortar, e se a água chegasse às coxas, o rio deixava de ser navegável.

No final de janeiro de 1910, depois de meses de chuva, o rio Sena inundou Paris e os túneis do metro. Milhares de parisienses tiveram que ser evacuados das suas casas em botes. Nessa altura, a água chegou até aos ombros da estátua, 6 metros acima do nível normal. Para que a deslocação pela cidade fosse possível, tiveram que ser construídas pontes de madeira. As inundações duraram 35 dias.

A partir desta ponte pode ver-se o túnel onde a princesa Diana de Gales perdeu a vida. Bem no topo, encontramos a Chama da Liberdade, uma réplica em tamanho real da que existe na Estátua da Liberdade em Nova York. Data de 1989, coincidindo com o 100º aniversário do primeiro jornal em inglês publicado em Paris. A chama tornou-se um monumento não oficial de Diana de Gales, depois da sua morte, em 1997. 

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BASÍLICA DE SAINT-DENIS

Os primórdios desta basílica remontam ao século VII, quando São Dionísio, primeiro bispo de Paris e santo padroeiro da França, morre. A igreja alberga o seu túmulo e foi construída no mesmo local onde antigamente se encontrava o cemitério de Saint-Denis.

Desde a morte de Hugo Capeto, rei durante o século X, a basílica foi o local escolhido para sepultar a monarquia francesa.

Devido a isso, os reis, antes de partirem para uma nova batalha, iam à basílica para rezar e pegar no estandarte, a bandeira que simbolizava a abadia francesa de Saint-Denis.

Durante a Revolução Francesa, os túmulos dos monarcas foram profanados, e os seus restos mortais foram parar a uma vala comum até 1817, quando os ossos se identificaram e foram recolocados nos túmulos correspondentes. Os restos que não puderam ser identificados permanecem no grande ossário localizado na cripta da basílica.

Alguns dos personagens históricos que podemos encontrar no seu interior são Luís VIII, o Leão, Filipe IV, o Belo, Carlos V, o Sábio, Isabel da Baviera, Ana de Áustria ou Maria Antonieta. No total, descansam nesta basílica 42 reis, 32 rainhas e 63 príncipes e princesas. 

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